Vitrines...
Decepção!
Não mata,
Mas Maltrata...
Uma frase banal?
Verdade mais que real...
Fala-se o que pensa sem dó nem piedade...
Magoa-se... Mete o dedo fundo na ferida...
Apertar...
Purgar...
Expurgar...
Largar-se ali...
Sem dó...
Sem/e com uma pitada de maldade...
É preferível ser pó...
Ouvir de quem? Ouvir?
Vá dançar na frente do espelho...
Que o seu vidro quebrou...
Tingiu de Vermelho...
Sangrou...
Morreu...
Perdeu...
Foi...
Atrás da vaca, vai o boi...
Atrás da faca... vai a morte...
Por sorte...assim...
Catarse e fim...
Cai o pano...
Cena final...
Aparece a verdade...
O julgo ...
O erro...
O enterro...
A palavra...
O lixo...
Do luxo...
Eu poço (de poço mesmo, fundo, fundo) não posso comprar...Eu tenho um monte...
Palmas...
Não preciso...
E nem quero
Beber dessa fonte...
Para mostrar o que?
Não faço da minha vida um inferno...
Não faço da minha vida... um teatro...
Não preciso... nem me mato
Isso é fato...
Não faço da seda
Uma catraia...
Ainda que o pano caia...
Eu permaneço em pé...
Com classe...
Não sou papel ...
Não me amasse...
Se o seu mundo caiu
Então aprenda a levantar...
Mas comigo não...
Não tem mais permissão...
Vá cantar de galo em outra missa...
Partindo dessa premissa...
Chequei ao ponto final...
Acabou...
Tchau
MRITA TOLEDO

Marcadores: Não me confunda


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