domingo, 16 de maio de 2010

Hei! Psiu...vem cá ...poderia me dar uma informação?

Onde Fica lá?
Lá, Onde é lá?
Não sei, pode me informar?
Olha, só sei que lá fica lá!
Lá é onde?
Aonde é lá?
Lá fica Onde?
Lá fica lá?
Só sei que lá não sei?
Ou sei que lá sei não?
Existe Lá?
Ou lá é um lugar que não existe?
Mas se não existe, como é que existe lá?
Onde você trabalha?
Lá!
Lá aonde, ouxe lá?
Ah, tá e lá é legal?
Não sei eu nunca estou lá!
Mas como? Você não trabalha lá?
Trabalho, mas sabe não vou lá,
Aonde vai então?
Vou lá!
Tá e onde diabo é lá?
Bem, se lá tem diabo não sei, mas lá é lá!
Tá então vamos mudar de assunto,
Você está se especializando aonde?
Ouxe, lá !
De novo?
Não lá já é velho,
Tem mais de ano que estudo lá!
E o endereço? Ah é lá, o número é lá, e o CEP é Lá?
Tá certo, não quer dizer onde fica lá, não diga,
Porque quando ligo em sua casa, pensando que você está lá,
Você é quem atende ao telefone,
Então vamos lá,
Concluo que: você não trabalha, não estuda, não faz nada,
É mais um pendurado (a), nos ” lás” da vida,
Agora se lembre do ditado “toda vez que um recebe sem trabalhar”
“Alguém trabalha sem receber”
Em que lado você está?
Ah, eu?
Sim?
Eu estou do lado de lá!
Que pena!
Mais um mostrando previsivelmente que não sabe,
Aonde ir nem o que quer!
Xô, Xô... Sai pra lá!

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Pensamentos

Vão
Vem
Voltam
Ficam
Só
Sem
Fim
O que pensar do que pensamos?
O que pensamos em que pensar?
Em que pensamos ao Pensar?
Pensar em que pensamos?
Pensamentos...
Pen
Sa
Men
Tos
Pense
Saber
Mente
Toscanejar
Ah! A mente! Ah! O pensar! Ah! O saber! Ah o Quê? Pensar!

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Não Valer Nada!

O que é não Valer Nada? Não existe significado no Aurélio para a palavra toda mas vamos coloca-la aqui por partes (olha não sou Jack estripador viu?)risos... não [Do lat. non.] Advérbio. 1.Exprime negação. [O adv. não funciona muitas vezes como partícula de realce: “A que nível moral não desce a gente, / Alma filha de Deus, neste ambiente!” (João de Deus, Campo de Flores, I, p. 159); “— Muita vez eu imagino o que não faria o falecido Heleno neste caso de Oceano e Maria Corina” (Maria Alice Barroso, Um Nome para Matar, p. 409).] Substantivo masculino. 2.Negativa; recusa: Recebeu um não. Pois não. Interjeição. 1.Que exprime incredulidade ou recusa. 2.Cortesia usada quando nos pedem alguma coisa, e que significa não podermos deixar de concedê-la. Quando não. 1. Do contrário; em caso contrário: Você deverá ir;quando não, perderá um bom negócio. Bem esta é a definição de não! Valer! valer [Do lat. valere, ‘ter saúde’, ‘ter força’; ‘valer’.] Verbo transitivo direto. 1.Ter certo valor, ou ser de certo preço; ser equivalente; ser igual em valor ou em preço: “Visões valem o mesmo que a retina em que se operam.” (Machado de Assis, Páginas Recolhidas, p. 161); “Este vinho da quinta vale o néctar dos deuses.” (José Vieira, Sol de Portugal, p. 162). 2.Ser digno; merecer: Este assunto não vale o tempo que com ele se despende. Verbo transitivo indireto. 3.Ser de utilidade ou vantagem; dar proveito, aproveitar, servir: O erro valeu-lhe para o aprendizado. 4.Socorrer, auxiliar, proteger, defender, acudir: Valeu-lhe, na apertura, o velho amigo; “D. Luís, exposto o escândalo quase cômico, pede ao marquês que lhe valha nesta conjuntura.” (Camilo Castelo Branco, D. Luís de Portugal, p. 46). 5.Mostrar-se ou ser apto ou capaz; conseguir: Apesar de seus encantos, não valeu a cativar o homem que amava. 6.Ser equivalente; equivaler: “Criando inimigos [o Marquês de Pombal], abordava, no entanto, problemas administrativos cujas soluções valiam por verdadeiras reformas”. (Costa Rego, Águas Passadas, p. 61); “Aqui é o céu, — ou um pedaço de céu; uma vez que nós cabemos nele, vale pelo infinito.” (Machado de Assis, Quincas Borba, p. 225). Verbo transitivo circunstancial. 7.Valer (1): Esta casa vale cinco milhões. Verbo transitivo direto e indireto. 8.Granjear, acarretar, carrear, atrair: “O jornalismo valeu-lhe .... muitos embates, desafeições e inimizades sem conta.” (Moisés Velinho, Letras da Província, p. 141.) Verbo intransitivo. 9.Ter merecimento, valor ou aplicação: Na República de Platão, os sábios eram os cidadãos que mais valiam. 10.Ter proveito; ser proveitoso; aproveitar: O estudo muito vale; “Mais vale adormecer sem ceia do que acordar com dívidas” (prov.).) 11.Ser conveniente, proveitoso; convir; valer a pena: “Nada vale mudar pasto; o gado em todos morre.” (Antônio Feliciano de Castilho, As Geórgicas, p. 217); “Vale transcrever quase todo o capítulo, embora longo” (J. Matoso Câmara Jr., Ensaios Machadianos, p. 21). 12.Ter crédito, influência, poder: Muito vale o nome de uma pessoa honesta. 13.Ser válido ou valioso; ter validade; vigorar; O seu argumento valeu. Verbo pronominal. 14.Ter valor, coragem, força: Os nossos soldados valeram-se contra o inimigo. 15.Servir-se, utilizar-se: Valeu-se de todos os meios para atingir seus objetivos; “Travou-se .... uma luta horrível entre aqueles tapuios armados de terçados e de grandes cacetes ...., e os três portugueses que heroicamente defendiam o seu lar, valendo-se das espingardas de caça” (Inglês de Sousa, Contos Amazônicos, p. 169). [Irreg. Pres. ind.: valho, vales, vale, valemos, valeis, valem; imperf.: valia, etc.; perf.: vali, etc.; fut. pret.: valeria, etc.; pres. subj.: valha, valhas, valha, valhamos, valhais, valham. Cf. Vália, antr.; váli (q. v.), s. m., pl. vális; e Valéria, antr. e top.] Valer quanto pesa. 1. Valer (2) muitíssimo; ser excelente, admirável (um indivíduo). A valer. 1. A sério; deveras: “adormeci. Não em sentido figurado, .... mas fisicamente, a valer” (José Gomes Ferreira, O Mundo dos Outros, p. 189). 2. Em grande quantidade, ou com grande intensidade; muito: Havia no baile gente a valer; “bonita a valer” (José Rodrigues Miguéis, Gente da Terceira Classe, p. 121). [Sin. ger., bras.: para valer.] Para valer. 1. Bras. V. a valer. Bem Agora o Nada! nada [Da loc. do lat. tard. res nata, ‘nenhuma coisa nascida’, que, com elipse do não (res [non] nata) e perda do res, passou a significar ‘coisa alguma’, ‘nada’.] Pronome indefinido. 1.Nenhuma coisa; coisa alguma: Não estuda nada, nada sabe. [Sin. (bras., pop.) níquel, (p. us.) bus, e (gír.) lhufas e nicles.] Advérbio. 2.De modo nenhum; absolutamente não: É um pequeno esperto, nada tolo. Substantivo masculino. 3.A não existência. 4.V. ninharia: Brigaram por um nada, uma tolice. 5.Pessoa insignificante, seja pelo aspecto físico (quando o termo tem, muitas vezes, significado carinhoso, e é, tb., us. no dim.), seja pelo intelectual ou moral (quando o termo é, em geral, us. pejorativamente): É pequenininho, um nada; É um nadinha de gente; Era um escritor de meia-tigela, um nada. 6.Filos. O que se opõe ao ser, em graus e em sentidos diversos; não-ser. [Abre-se o nada à reflexão quer mediante categorias do pensamento, sendo concebido como negação, privação ou limite, quer mediante experiências de ordem afetiva pelas quais se revela ao ser humano a finitude. Em Heidegger, p. ex., o nada se revela pela angústia (5) (q. v.), como componente do Dasein (q. v.).] Nada de nada. 1. Absolutamente nada; coisa nenhuma; nada dos nadas, nadica de nada: “Zé Boné nada de nada contava.” (João Guimarães Rosa, Primeiras Estórias, p. 41); “Sei só que não se acaba realmente e de uma vez nada de nada do que nos faz saudade.” (Francisco Ribeiro Sampaio, Renembranças, p. 7). Nada dos nadas. 1. V. nada de nada: “nem bilhetes de loteria, nem sortes grandes ou pequenas, — nada dos nadas veio ter comigo.” (Machado de Assis, Dom Casmurro, p. 189). Dar em nada. 1. Não ter, absolutamente, nenhum resultado: resultar em nada. De nada. 1. Muito pequeno ou insignificante; sem importância; à-toa: “— Mas está ferido, disse a velha. | — Cousa de nada.” (Id., Várias Histórias, p. 124); “Confessou-me que apenas tivera uma dor de cabeça de nada” (Id., Dom Casmurro, p. 319). Quando nada. 1. No mínimo; no pior dos casos: Pedro ganha, quando nada, mais que José. Bem essa é a versão do Aurélio! A minha versão para não valer nada é: Ser uma pessoa, que não cumpre com sua palavra, que finge, que mente, que engana, que busca usar o outro, que não gosta de trabalhar, que não gosta da família, que engana a companheira(o), que não dá "conta do recado", que finge ser o que não é, que não ocupa espaço, só atrapalha, alguém que você é obrigado(a) a engolir, porque se não perde o amigo(a), alguém que usa e abusa de poder de "domínio", que precisa mostar que é o que não é, que acusa sem ter provas, que só pensa em si, que já tentou subornar e se deixou ser subornado, que não se ama, mas infelizmente é amado, e ainda sai no lucro, calhorda, almofadinha e safado, e todos os outros adjetivos pejorativos que se possa dar a uma pessoa abjeta, então não valer nada, é redundante, ou é duplo? É duplo, na minha opinião, não valer nada é ser duplamente imoral, e tudo o que acompanha o contexto, de uma ação! Tudo falso! Tudo representação! Tudo Mentira! Tudo aberração! Já leram o Corpo fala? Já viram as pessoas se escudando e se escusando de tudo? Bem isso é Não valer nada! Não assumir a própria incompetencia... Não ter decência... Agredir fisica e moralmente as pessoas! Ter familia de deputados... Amigos do Efrain... E se dizer honesto? Para cima de mim? Protesto... Por menos que eu valha... Não roubo... Ajudo... Amparo... Sou esteio... Não penduro... Não sou sustentada (o)... Me sustento e ajudo a sustentar... Não exploro... Nem trago os filhos para outrem custear... Não aproveito de situações frágeis... Não dou bafão... Nem vexame... Não uso ... Nem abuso... Me recuso... A aceitar... Quem não vale nada? Vá se danar... O povo tá cheio disso... O povo sabe e tem provas... O povo já aprendeu! O Mentiroso prometeu! Coitadinho vai mudar... Mudar para Brasilia... Para aprender a roubar... Mude mesmo...lá é "bem muito o seu lugar"... Já mandou... Já mudou? Não? Então vá... Aqui não bacalhau... Aqui é lugar de nordestino... Povo amigo e leal... Povo que luta... Que vence... Que busca um ideal... Com certeza ... Não é o seu... Um eterno Prometeu... Na pedra de cabeça para baixo... E um abutre ... Como você biltre... Seu fígado a comer... Veremos quem há de ganhar... O abutre... Ou o Alcool... De qualquer forma já foi... Nada mais presta em ti... Xô mude-se daqui... Politicagem não... Politiqueiro cão...

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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ela Chegou!

Minha dinda chegou!
Firme e forte como sempre!
amolecendo o coração da gente
não podia ser diferente;
Já tomei carraspana; Olha guria, não gaste,
para de me paparicar
não gosto, mas o olho a brilhar entrega
Madrinha você me ama não nega!
perto de ti sou mais velha,
Andas a deitar no formol
e eu a pele a envelhecer no sol,
Mas também adoeci
esse povo que da piti,
Eita povo da gota, Não sabe por onde falar ...
fala pelo buraco que achar
E parafraseando voínho
Tá decidido Ou fala cagado
Ou fala cuspido...
Mas não emprenha meus ouvido
Porque eu Não mais vou deixar
Sai lagartixa
Vai em outra parede grudar...

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domingo, 20 de dezembro de 2009

Vitrines...

Decepção!

Não mata,
Mas Maltrata...
Uma frase banal?
Verdade mais que real...
Fala-se o que pensa sem dó nem piedade...
Magoa-se... Mete o dedo fundo na ferida...
Apertar...
Purgar...
Expurgar...
Largar-se ali...
Sem dó...
Sem/e com uma pitada de maldade...
É preferível ser pó...
Ouvir de quem? Ouvir?
Vá dançar na frente do espelho...
Que o seu vidro quebrou...
Tingiu de Vermelho...
Sangrou...
Morreu...
Perdeu...
Foi...
Atrás da vaca, vai o boi...
Atrás da faca... vai a morte...
Por sorte...assim...
Catarse e fim...
Cai o pano...
Cena final...
Aparece a verdade...
O julgo ...
O erro...
O enterro...
A palavra...
O lixo...
Do luxo...
Eu poço (de poço mesmo, fundo, fundo) não posso comprar...Eu tenho um monte...
Palmas...
Não preciso...
E nem quero
Beber dessa fonte...
Para mostrar o que?
Não faço da minha vida um inferno...
Não faço da minha vida... um teatro...
Não preciso... nem me mato
Isso é fato...
Não faço da seda
Uma catraia...
Ainda que o pano caia...
Eu permaneço em pé...
Com classe...
Não sou papel ...
Não me amasse...
Se o seu mundo caiu
Então aprenda a levantar...
Mas comigo não...
Não tem mais permissão...
Vá cantar de galo em outra missa...
Partindo dessa premissa...
Chequei ao ponto final...
Acabou...
Tchau

MRITA TOLEDO

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Tem que ser assim?



Tem?
Bem que pena...
Porque à boca pequena...
Nada lhe convém...
Prove do próprio veneno...
E sinta o quão pobre e pequeno...
É seu estúpido coração...
Previsível demais...
Fácil também...
Fútil e inútil
Alguém...
Tomara que um dia mude...
Espero que Deus lhe ajude...
Porque de mim só sobrou...
O nada ...o que nunca existiu...
Sempre me cobrou...
Mas foi você quem mentiu...
E o lirio branco tão puro...
Não nasce no seu jardim...
MRita de Toledo

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Qualquer semelhança é mera coincidencia!

Achei excelente! Qualquer semelhança é mera coincidencia!


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domingo, 7 de junho de 2009

Para uma Amiga? Sei lá entende...


otestedostestes.blogs.sapo.pt/arquivo/SapoPer...


Eu achava que tinha...
Uma amiga...
Pensei sei lá...
Tinha? Não Tinha...
Deveria ter?
Deveria?
Sei não visse?
Um filósofo disse...
"Só sei que nada sei"
Sei?
Ser?
Seria?
Ia?
Foi?
Não sei...
Sei lá entende...?

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